
de Cecelia Ahern
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 344
Editor: Editorial Presença
Colecção: Champanhe e Morangos
Sinopse:
Quando Joyce Conway acorda no hospital depois de uma queda grave, sabe que a sua vida nunca mais será a mesma. Não só perdeu o filho que carregava no ventre, como se apercebe que o seu casamento chegou a um beco sem saída. Mas estas não são as únicas consequências. Joyce simplesmente já não é a mesma pessoa. De repente disserta sobre arte e arquitectura europeias, tem hábitos alimentares completamente diferentes, fala sobre ruas parisienses onde nunca esteve… e cruza-se amiúde com um homem a quem sente que está estranhamente ligada… Tal como nos seus romances anteriores, Cecelia Ahern transforma o quotidiano em momentos mágicos, proporcionando uma leitura enternecedora e irresistível.
Autora:

Cecelia Ahern é formada em Jornalismo e Comunicação. Aos vinte e um anos escreveu o seu primeiro romance, P. S. – Eu Amo-te, um imediato e estrondoso sucesso publicado em mais de 40 países, que liderou as listas de bestsellers na Irlanda, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Holanda, e deu origem ao filme com o mesmo nome. Todos os seus romances seguintes – Para Sempre, Talvez, Se Me Pudesses Ver Agora e Um Lugar Chamado Aqui - receberam um acolhimento entusiástico e alcançaram o estatuto de bestsellers. Alguns foram também adaptados ao cinema e valeram-lhe a atribuição de diversos prémios literários.
Excertos que gostei:
“Penso, na rapidez com que um momento de amor se transformou num momento de ódio. Em como bastou um comentário para destruir tudo. Em como o amor e a guerra assentam nos mesmos alicerces. Em como, ao enfrentar os meus piores momentos, as alturas em que sinto mais medo, estes se transformam nos meus momentos de maior coragem” pág. 221
“ O facto de estar sozinha obrigou-me a pensar sobre a minha vida e já passei por todas as fases, do desespero à culpa, da tristeza à raiva, da solidão à depressão e ao cinismo, até finalmente conseguir chegar à esperança. Como um toxicodependente em abstinência, percorri incessantemente os soalhos da casa, caminhando de um lado para o outro e sentindo as emoções à flor da pele. Falei sozinha em voz alta, berrei, gritei, chorei e lamentei.” pág. 329
Opinião:
No inicio da minha leitura, ponderei seriamente se seria a melhor altura para realizar essa leitura. Pois estava a passar pelas mesmas emoções que a Joyce. Não acordei numa cama do hospital… mas tinha também perdido, uns dias antes, algo que carregava à poucas semanas no ventre…
Sem duvida uma leitura muito divertida, engraçada mas com muita imaginação também.
Leitura terminada a 04/11/2010
Classificação: 5/7 Muito Bom









